morrer de saudades daquela brisa, de como me toca a minha pele bronzeada e nem sequer está calor. primeiro sinto-a no rosto e gosto, depois abraça-me com a emoção do imprevisto, com os risos das palavras carregadinhos de tudo o que se queira imaginar...e aquela maresia que reconheço e esqueço... porque não a quero saber de cor, nem nunca mais a cheirar assim!
paula
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