"Há três coisas na vida que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida."
Provérbio Chinês
Quero mil e uma coisas ao mesmo tempo... e que o tempo se funda num Universo de sentidos... e que os sentidos se movam e me apertem num enternecedor abraço infinito...
Wednesday, May 20, 2009
Tuesday, May 12, 2009
Cheiro das emoções

Saudades do cheiro
do meu filho quando era um bebé
da casa da Avó Maria repleta de histórias da nossa família
do mercado da Figueira e da Emanha nos meses de Agosto, nas férias com os Avós
da casa de Coimbra, assim que entrava no hall
das bolachinhas de manteiga acabadas de fazer
do fairway molhadinho pela chuva acabada de cair
Saturday, May 9, 2009
Sunday, May 3, 2009
AR MAR AMAR
Hoje resolvi folhear um livro de Alberto Marques e roubar-lhe um poema que acho lindo.
Todos os dias sinto que a vida vale mesmo a pena e que a minha, está sem dúvida nenhuma cheia de Ar, Mar e Amar.
Constrói-se uma esplanada
sob os olhos, uma certa
palavra doce, ávida de nada
dizer. E logo dela brota a
mais desmesurada ânsia, o
horizonte à beira de perder
a fé e a rota. Sobre as pernas
se ergue o tronco disperso
como foz. Mal se nota o
finíssimo verso que degola
a voz. Corpo sem rosto ou
rosto sem vista, tanta a água
a que o rio se molda.
Não há nada, vaga alterosa,
que te resista.
Poema de Água VII- Alberto Marques
Todos os dias sinto que a vida vale mesmo a pena e que a minha, está sem dúvida nenhuma cheia de Ar, Mar e Amar.
Constrói-se uma esplanada
sob os olhos, uma certa
palavra doce, ávida de nada
dizer. E logo dela brota a
mais desmesurada ânsia, o
horizonte à beira de perder
a fé e a rota. Sobre as pernas
se ergue o tronco disperso
como foz. Mal se nota o
finíssimo verso que degola
a voz. Corpo sem rosto ou
rosto sem vista, tanta a água
a que o rio se molda.
Não há nada, vaga alterosa,
que te resista.
Poema de Água VII- Alberto Marques
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