Friday, July 31, 2009

Fantástico como o clima muda, como os ciclos da lua transformam as mares, como o amor ultrapassa barreiras, como a música nos provoca sensações, como um sorriso nos apaixona, como a inspiração brota, como a ignorância e a pobreza de espírito nos sufoca, como a beleza invisível é de cortar a respiração, como um poema nos amorna a alma, como o sexo pode ser extasiante, como é aliciante a descoberta… e como tudo isto nos faz querer mais…
paula

Thursday, July 30, 2009

Acho que vou pegar neles e vou fazer uns buraquinhos... ;))) mais alguém quer vir?!? :)))

Wednesday, July 29, 2009


Nothing is permanent in this wicked world - not even our troubles. (Charlie Chaplin)

Thursday, July 23, 2009

Monólogos da vagina
A não perder amanhã e antes que saia de cena. Esta peça, escrita por Eve Ensler baseia-se em entrevistas realizadas a mais de 200 mulheres. Ana Brito e Cunha, Guida Maria e São José Correia juntam-se para falar das mestruações, das escapadelas, das infidelidades e afins...
De certeza que é para gostar!!

Sunday, July 19, 2009

Uhmmm... Uhmmm... Uhmmm...

Saturday, July 18, 2009

Muita praia, sol e ...
Viva La Vida!!

Thursday, July 16, 2009

Hoje apetecia-me ter acordado assim...exactamente aqui...entre estas duas vistas...

e depois andar a passear por aqui... assim...

e depois parar por aqui... exactamente assim...

e assim...


Tuesday, July 14, 2009

Sunday, July 12, 2009

ELOGIO AO AMOR
Quero fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática.
Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.
Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questãoprática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam"praticamente" apaixonadas.
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá tudo bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo? O amor é uma coisa, a vida é outra.
O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental".
Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto.O amor é uma coisa, a vida é outra.A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não dá paraperceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem.Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz.
Não se pode ceder. Não se pode resistir.A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também.


Miguel Esteves Cardoso in Expresso

Saturday, July 11, 2009

There's gold in them hills
There's gold in them hills
So don't lose heart
Give the day a chance to start

Tuesday, July 7, 2009

Les Uns et les Autres- II

Na apresentação do cr9 ao clube, as fãns coitadinhas, ensandeceram e foi a histeria total... Apesar disso, parabéns Ronaldo!!

Esta história não tem moral...

Monday, July 6, 2009

Les Uns et les Autres- I

Diálogo corriqueiro e comum dos dias de hoje... um trecho de uma conversa percebida, do ser humano actual e moderno:

- Olá bom dia, tudo bem?
- Sim, tudo bem, tirando esta ligeira dor de cabeça que me assola desde que acordei... e contigo?
- Comigo está tudo óptimo, à excepção claro desta terrível insatisfação que me assola desde que não me lembro e que persiste em me acompanhar...

Esta história não tem moral...

Thursday, July 2, 2009